Tipos de óleos lubrificantes: 10 respostas para as dúvidas mais comuns

Os óleos lubrificantes para automóveis são de três tipos: mineral, sintético e semissintético.

Nesse post você vai conferir os tipos de óleos lubrificantes e 10 respostas para as dúvidas mais comuns que recebemos sobre o tema! Vamos lá?

Tipos de óleos lubrificantes

O mineral é o mais tradicional e tem menor preço. Comparado ao sintético ou semissintético, sua tecnologia é inferior. Ele é produzido a partir da combinação de óleos básicos do refino do petróleo mais aditivos. É utilizado principalmente nos veículos mais antigos que funcionam a gasolina ou a diesel.

O óleo lubrificante sintético é produzido a partir da combinação de óleos sintéticos obtidos através de um processo de refino severo do petróleo mais aditivos. Isso permite usar o óleo por mais tempo que os demais, por isso é o mais caro dentre os três tipos. Reduz a oxidação do óleo, evitando a formação de borra e diminui o desgaste das peças do motor do veículo, além de ser mais adequado para veículos mais modernos.

O óleo semissintético é a mistura de óleos básicos minerais com sintéticos e aditivos. Tem preço e qualidade intermediária, possui tecnologia que aumenta a vida útil do motor, reduzindo a formação de depósito, borra e verniz, mesmo em altas temperaturas. Além disso, devemos observar grau de viscosidade e classificação de desempenho do óleo, que podem ser conferidos no manual do proprietário com o mecânico.

Dúvidas mais comuns

#1 – Para quê servem os óleos lubrificantes?

– Os óleos lubrificantes reduzem o atrito entre as peças metálicas em movimento do motor, reduzindo o desgaste e aumentando a vida útil dos  motores.

#2 – É preciso adicionar aditivos aos óleos lubrificantes da linha Havoline?

– Não, os óleos lubrificantes Havoline já contém os aditivos necessários para o melhor funcionamento e desempenho dos motores de automóveis. Ou seja, não é necessário aditivo complementar.

#3 – Qual é o tipo de óleo com melhor custo-benefício?

– De forma geral, é possível afirmar que os óleos semissintéticos têm qualidade superior aos óleos minerais e preço inferior aos sintéticos, apresentando melhor relação entre valor gasto e frequência de troca. No entanto, o melhor custo benefício está no uso do óleo apontado no manual do usuário, como ideal pela montadora do veículo.

#4 – Vale a pena estender meus serviços para oferecer troca de óleo, na minha oficina mecânica, mesmo em tempo de crise?

– Sim, nesse cenário, os serviços de reparo tendem a aumentar e os óleos lubrificantes de motores das linhas Havoline e URSA se destacam como tecnologias inovadoras. Ampliar os serviços do negócio é a chave para conquistar novos e manter antigos clientes.

#5 – Qual é a importância da viscosidade do óleo?

– O grau de viscosidade define se o óleo é mais fluido ou suficientemente espesso, tanto em baixa, como em alta temperatura. Quanto menor o valor indicado para baixa temperatura, mais fácil fica a partida do motor.
Saiba mais sobre viscosidade, nesse post

#6 – O que quer dizer a viscosidade 5W-30?

– O primeiro número corresponde ao grau de viscosidade do óleo na temperatura de partida com o motor frio e o segundo número é o grau da viscosidade mínima na temperatura com motor em pleno funcionamento.
Veja mais detalhes desse conceito nesse post que desenvolvemos especificamente sobre o assunto

#7 – Por que devo escolher um óleo com o grau indicado pelo fabricante?

– Cada montadora desenvolve tecnologia própria para seus veículos. Por isso indicam qual o grau SAE de viscosidade, que possibilita o melhor desempenho .

#8 – O óleo pode interferir no consumo de combustível do meu veículo?

– Sim, dependendo da viscosidade e do tipo de óleo utilizado, podemos aferir economia de combustível, pois quanto mais fino (menos viscoso) mais fácil de ser bombeado e a bomba de óleo consome menos energia e o motor consome menos combustível para manter-se em movimento. Além da viscosidade, alguns aditivos também contribuem para economia de combustível.

#9 – Quando devo trocar o óleo do meu veículo?

– O óleo deve ser trocado conforme recomendado pelo fabricante: a quilometragem ou tempo limite, o que vencer primeiro. Além disso, é sempre importante observar o nível do óleo através do acendimento da luz de checagem do painel ou medindo o nível de óleo com a vareta de nível.

#10 – Como saber qual é o tipo de óleo ideal para o meu carro?

– O primeiro passo é consultar o manual do proprietário que indica qual o grau da viscosidade e o desempenho para cada modelo. 

Sobre as dúvidas mais comuns

Provavelmente em algum momento você já passou, ou ainda vai passar por algumas dessas dúvidas. Por isso, preparamos essa postagem e inúmeras outras do nosso Blog. Desenvolvemos um Guia Comparativo dos nossos produtos para ajudar nesse sentido.

É muito comum recebermos dúvidas quanto ao significado dos símbolos técnicos que formam o nome comercial dos óleos, para que servem, qual seu desempenho, como trocar de marca e até as informações do manual: que óleo é possível usar no automóvel.

Também criado para isso, o nosso Guia Digital de Produtos traz todas as informações técnicas e explicações necessárias para a consulta online sobre a troca de óleo.

Esperamos que gostem e até a nossa próxima postagem.

 

 

26 comments

    • Delton Stabelini says:

      Francisco boa tarde,

      O óleo recomendado pelo fabricante é:

      Havoline Semissintético SAE 5W-30 API SN e ou

      Havoline Sintético Pro DS SAE 5W-30 API SN.

    • Delton Stabelini says:

      José Claudio boa tarde,

      Multiviscoso possui dois graus de viscosidade, exemplo SAE 5W-30, já os monoviscoso, possui somente um grau de viscosidade SAE 40.

  1. José Claudionor Gomes Filho says:

    Bom dia. Primeiramente gostaria de parabenizar por todo conteúdo disponibilizado. Tenho um Monza GL 95, e no manual há a indicação de duas viscosidades diferentes: 20W50 e 15W40. Venho usando 20W50 desde 2011, quando comprei o carro, mas há algum tempo tenho notado um barulho nos tuchos, logo após a partida, barulho este que desaparece após o motor aquecer um pouco. Antes morava no Nordeste, temperaturas sempre elevadas, mas agora moro na Serra catarinense, onde a temperatura chega a ser negativa. A temperatura ambiente pode ter influência nesse caso? A substituição pelo óleo 15W40 poderia ser uma solução plausível? Tenho medo de substituir o óleo e fazer com que apareçam vazamentos… Qual óleo você indica para minha situação?

    • Delton Stabelini says:

      José Claudinor bom dia,

      Sim você pode passar a usar um produto de classificação de viscosidade SAE 15W-40 conforme descrito no manual, essa redução de viscosidade ajudará no deslocamento do lubrificante na partida a frio, enchendo os tuchos com maior rapidez e reduzindo assim o barulho. Na linha de produtos Texaco a recomendação seria o Havoline Semissintético SAE 15W-40 API SL. Pelo fato de sempre ter usado o produto mineral 20W-50 é prudente realizar a primeira troca de óleo e filtro com a metade do período que vem sendo adotado, devido a maior ação de limpeza dos produtos semissintéticos.

    • Delton Stabelini says:

      Olá, Juarez! Tudo bem? Esse sinal deve corresponde ao aviso do momento que deve ser feito a revisão periódica não com relação ao lubrificante.
      Abraços

    • Murilo Coimbra - Time de Especialistas Texaco says:

      Olá, Edelson! Tudo bem? Se a viscosidade indicada pelo fabricante GM é o SAE 5W-30, sim você pode!
      Abraços!

  2. Anderson Willians Garcia says:

    Boa tarde, gostei bastante das informações citadas neste blog, mas precisava de mais algumas informações que pretendo fazer. Sou aluno da Fatec Catanduva do curso de automação industrial, meu TCC está direcionado a algumas funções básicas de um veículo, e uma das partes diz respeito ao sistema de lubrificação.
    Gostaria de saber se puder me ajudar, supondo que meu automóvel tem de fábrica uma especificação sobre o uso do óleo lubrificante, tipo o 15w40, após uma quilometragem alta, bem acima dos 150 mil, ou depois de ter feito recondicionamento do motor devido ele ter fundido, o óleo deve sofrer alteração do seu grau de especificação? Se sim, ele precisa sofrer alteração em quais pontos, para temperatura ambiente ou para o ponto de funcionamento (quente). Obrigado.

    • Olá, Anderson! Tudo bem? Primeiro é bom frisar que aumentar a viscosidade do lubrificante em função de alta quilometragem é um mito. Se o veículo utilizou desde o início o lubrificante com a viscosidade recomendada pelo fabricante, bem como a classificação de desempenho e os períodos de trocas adequados, não a motivo ou razão para aumentar a viscosidade do lubrificante.

      No caso da retíficas e ou recondicionamento como você menciona, existe sempre um limite de retífica a ser considerado, mas se tudo for feito de acordo com as normas, também não é necessário alterar a viscosidade do produto.
      Abraços!

  3. EDINALDO says:

    OLÁ! TENHO DUAS CURIOSIDADES:
    A PRIMEIRA É QUE O GRAU DE VISCOSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE DESEMPENHO SÃO PARA OS 3 TIPOS DE ÓLEO (MINERAL SINTÉTICO E SEMISSINTÉTICO)?
    A SEGUNDA É USANDO ESSAS ESPECIFICAÇÕES (GRAU DE VISCOSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DE DESEMPENHO) NOS ÓLEOS MINERAIS, SINTÉTICOS OU SEMISSINTÉTICOS (SE POSSÍVEL, CONFORME PERGUNTA ANTERIOR) QUANTOS E QUAIS SÃO OS TIPOS EXISTENTES?

    • Especialista Texaco says:

      Oi, Edinaldo. Tudo bem?
      Primeira dúvida: sim, tanto a viscosidade como a classificação de desempenho API, são propriedades que servem para todas as naturezas dos lubrificantes (minerais, semissintéticos e sintéticos). Segunda dúvida: Para melhor entendimento é necessário explicar que cada fabricante de motor define qual é a melhor viscosidade, bem como a melhor classificação de desempenho API e isso varia em função dos modelo e geração de motores. Para conhecer a nossa linha completa, visite o nosso site https://www.texaco.com.br/carros/ e confira quais são os lubrificantes e as suas viscosidades e classificação de desempenho.
      Abraços!

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